café gaudério

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domingo, 24 de abril de 2011

Philippe Starck

Philippe Starck é um dos designers contemporâneos de maior expressão de todo mundo. Suas peças são objetos de desejo. Philippe Starck virou referência mundial quando o assunto é modernidade.
Foi diretor de arte da Pierre Cardin, trabalhou para várias empresas como: Disform, Driade, Baleri, XO e Idée. Em 1979 fundou sua própria empresa, a Starck Productions. Em 1986 tornou-se conferêncista adjunto da Domus Academy, em Milão.
É conhecido mundialmente pelo seu design leve e contemporâneo, tanto pela forma, quanto pelos materiais que emprega nas suas criações.
A “Louis Ghost” (uma das suas principais criações) é uma cadeira barroca Luís XV revisitada, em policarbonato injetado. O nome, aliado à forma e ao material conferem um toque irreverente à criação de Philippe Starck.

bancos "linha Barcelona"

Flamenco Ilha, um iate de 394 pés
“Louis Ghost”

Frank Gehry


Nascido em Toronto, Canadá, em 1929, Gehry mudou-se aos dezessete anos para Los Angeles, Califórnia, onde, tempos mais tarde, formou-se em arquitetura na University of Southern California, seguindo com estudos na área de planejamento urbano em Harvard. Atualmente vive em Los Angeles.
 
É ganhador do Pritzker Prize  (conhecido como o Nobel da arquitetura). Gehry é reconhecido pelo seu design arrojado na arquitetura, repleto  de estruturas curvas, geralmente em metal. Seus projetos, implantados em diferentes cidades do mundo, tornaram-se atrações turísticas.

Sua obra mais famosa é o Museu Guggenheim Bilbao (1), na Espanha, todo 
revestido em titânio. Outros projetos importantes são o recente Walt Disney Concert Hall (2) em Los Angeles  e a Casa Dançante,em Praga (3).











 



Casa Dançante

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

EDITORIAL DE NATAL

Neste ensaio para o Natal resolvi fazer fotos com um perfil um pouco mais cômico. No pano de fundo joguinhos para as crianças abrirem as janelinhas (um hábito europeu), no primeiro plano não podiam faltar as bolinhas de pinheirinho e um boneco de neve com função de representar o bom velinho.
Fica a brincadeira para terminar o ano, e o semestre, em alto astral, afinal ninguém é de ferro. .   _

domingo, 28 de novembro de 2010

EDITORIAL NA REDENÇÃO

Foi uma excelente experiência reunir a equipe num domingo de sol, final de primavera, para um editorial na Redenção. O dia um pouco quente, abafado, mas que trouxe consigo as vantagens do trópico : as modelos com visual mais verão, as crianças mais agitadas e as pessoas de um modo geral mais alegres.  
Foi difícil selecionar a melhor foto para publicação no Blog. Acredito que esta, à esquerda, valida as boas caratcterísticas da foto editorial : um verdadeiro domingo no parque.   

PRODUTOS DE BELEZA

Optei por um trabalho mais artístico quando da  escolha de apenas uma imagem para o Blog. Aproveitei a montagem de uma colega. A foto selecionada é introspectiva e não de mercado (com foco na venda de produto). O fundo escuro, a luz contínua lateral deixando muita sombra, foi proposital nesta bela cena. Obrigado, Ana.   

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

LOW KEY

LOW KEY - É um conceito, um estilo, de iluminação no universo da fotografia que nos mostra a imagem retratada com muitas áreas de sombra.

LOW em inglês – baixa  KEY - chave

No Low Key mesmo que a maior parte da imagem esteja escura é importante que a foto continue tendo seus detalhes essenciais, mesmo que quase escondidos em meio a tanta sombra, a pequena utilização de luz irá ser a responsável pela identificação do assunto.

No Low Key a idéia é ter uma imagem repleta de áreas sub expostas, que mostre com alto contraste apenas o que é o objeto da foto (um rosto, contornos de um objeto, etc). Geralmente são fotos escuras, repletas de clima e sentimentos. Daí vem o fundo preto, que é o mais usado, mas não obrigatório.

Na iluminação fotográfica tradicional, a iluminação de três pontos usa uma chave de luz, uma luz de preenchimento, e uma luz de fundo até mesmo para a iluminação. A iluminação Low-key requer apenas uma chave de luz, opcionalmente, controlado com uma luz de preenchimento ou um refletor simples.

A pouca luz acentua os contornos de um objeto jogando em áreas de sombra, enquanto uma luz de preenchimento pode iluminar as áreas de sombra para controlar o contraste.

Este conceito é utilizado no cinema para se referir a toda a cena que tem uma taxa de iluminação com predomínio de áreas de sombra. Esta iluminação tende a aumentar a sensação de alienação sentida pelo espectador, por isso é comumente usado em filmes noir e gêneros do horror.

Como fazer uma foto em Lowkey?

o Usar fundo escuro, de preferência preto

o Utilizar luz apenas em alguns detalhes do assunto fotografado

o Abusar do uso de sombras e pequenos reflexos de luz

HIGH KEY

HIGH KEY - Esse termo significa que uma foto tem bastante luz. Este efeito na realidade é um estilo e tem como resultado uma foto com muita luminosidade mas não “estourada”, ou seja: mesmo com muita luz há detalhes e texturas essenciais da foto. HighKey é uma grande quantidade de tons claros, não excesso de iluminação.



HIGH em inglês – alta, elevada  KEY- chave

Observação : uma foto “estourada” é aquela que resultou de uma exposição inadequada à luz: muita luz entrou pelo diafragma e a foto ficou clara demais - isso não é Highkey, é erro de exposição mesmo! Highkey é o resultado de uma cena clara, com assuntos claros, tudo bem iluminado e pouco contraste – mas tudo isso sob controle.

Alguns itens a serem notados na hora de fazer fotos neste estilo:

o Utilizar fundo claro, de preferência branco

o Evitar sombras, se for impossível evitar as sombras muito duras

o Utilizar somente pequenos detalhes para dar o contraste: cores de objetos, roupas ou olhos

o Usar luz natural ou flash para deixar a cena bem iluminada

o Cuidado para não estourar e perder os detalhes da imagem

A idéia é a mesma da LOW KEY :, mostrar com ênfase o objeto ou pessoa. A foto High Key tende a ser uma foto mais "feliz", por isso normalmente se usa para mostrar mulheres, crianças, flores, etc. O fundo branco é o mais usado, mas não é obrigatório, pode-se usar amarelo, azul, rosa, ou mesmo um fundo natural, mas que esteja estourando de luz, pois a idéia é o fundo quase desaparecer, deixar todo o contraste no objeto principal.